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Falafel

Eu sou um grande fã da cultura oriental. Especialmente do vocabulário. Talvez pelo vocabulário algarvio ter tanta influência árabe, talvez por eu ser um idiota, sendo a segunda a mais plausível das hipóteses.
Já referi o meu grande fascínio pelo nome tzatziki. Agora trago-vos o meu grande fascínio sobre o nome falafel. Se tzatziki soa a nome de arma mitológica do Império Otomano, falafel era, certamente, o nome de algum faraó do antigo Egipto.
“Falafel III, filho de Mehotep, herdou o trono com apenas 7 anos de idade, sucedendo o seu irmão Takelot IV.”
Note-se que isto também são tudo nomes espetaculares para jogadores de futebol.

Lembro-me perfeitamente da primeira vez que comi falafel – foi no Joshua’s do Forum Algarve, tinha eu uns 15 ou 16 anos, antes de ir para uma concentração de tunning.
Eu não fazia ideia o que estava a pedir. Só pedi porque tinha um nome idiota. Aliás, quase todos os pratos no Joshua’s têm nomes espetaculares, mas na altura aquilo era tudo novidade para mim. Há 15 anos atrás, no Algarve, aquilo era tudo relativamente novo. O resultado foi que acabei por comer ir comprar uma baguette ao Pans & Company. O falafel sabia a caca de pombo.

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Caril Thai de Abóbora e Grão

Num verão já bastante distante, trabalhei com o meu amigo João numa barraca de praia. Aos domingos costumavamos fazer caril de frango com amendoins, estilo tailandês. Na altura eramos mais miúdos e tinhamos a mania de que comida super picante era para verdadeiros machos.
A primeira vez que fiz caril tailandês para os meus amigos, eu e o Diogo acabámos o jantar de boxers, as meninas não passaram da primeira garfada e acabei por fazer uns bifes de frango para o Midário.
A primeira vez que fiz caril tailandês para a minha família, nem o meu pai conseguiu comer. E ele gosta da sua boa dose de piri-piri. No dia seguinte, levei o resto da comida para o café do meu tio, lá na ilha, e nenhum dos amigos do meu pai, tudo homem de barba rija, conseguiu comer.
Actualmente também prefiro a comida bem menos picante. Até a Joana prefere a comida mais picante do que eu. A meu ver, quando a comida é picante demais, perde-se o resto dos sabores.

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Marmelos Assados

Na Grécia Antiga, o fruto era utilizado para curar várias infecções de estômago e de pele. Era também uma das frutas mais utilizadas como oferenda aos deuses, devido ao ser perfume peculiar. Na verdade eu acho é que a malta provava aquela m*rda crua e depois resolvia oferecer aos deuses – “Hmmmm, mas que belo marmelo, tão cheiroso. F*da-se, mas isto é horrível! Parece que lambi uma tábua cheia de farpas e limpei a língua com uma saca de serrapilheira! Acho que Deméter vai ter uma oferenda esta noite…”

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Arroz Main

Papas de Arroz com Frutos Silvestres

Arroz logo pela manhã é algo que pode soar estranho para os portugueses, brasileiros e grande maioria dos ocidentais. Mas em muitas culturas, especialmente na Ásia, claro, o arroz está presente em praticamente todas as refeições, incluindo o pequeno-almoço.
Arroz com ovo cru e Nattō no Japão, sopa de arroz e vegetais na China, arroz branco com dahl de lentilhas na Índia, arroz com ovo frito nas Filipinas, Kuy teav com massa de arroz no Cambodja ou arroz com peixe frito na Indonésia. Não são almoço ou jantar, não, mas sim a primeira refeição do dia, para muita gente.
Quando me perguntam o que é um pequeno-almoço típico em Portugal, muitas vezes não sei se estou a dar a resposta certa.
Quando eu era miúdo comia cereais, depois passei a pão torrado com manteiga e café com leite e só quando ganhei algum juízo é que me apercebi que também podia comer fruta, batidos e outras coisas. Sim, também passei pela fase dos ovos cozidos, atum com grão e peitos de frango, como qualquer outro cromo do ginásio.
Mas afinal, o que é um pequeno-almoço típico em Portugal? É que grande parte dos meus amigos simplesmente não comiam nada. A não ser que um espresso e quatro cigarros até à hora de almoço conte como refeição. Vá, alguns também comiam um pastel de nata ou outro bolo.
Já a malta da pequena ilha de onde sou natural, gosta de comer uma bifana e emborcar uma cerveja pela manhã. Mas muitos deles começam o dia de trabalho às 04h00 da manhã! Depois de quatro ou cinco horas de trabalho, o pequeno-almoço já não sabe propriamente a pequeno-almoço certo?
Um café e um bagaço, já dizia o Rui Veloso. É essa a minha resposta, quando me perguntam o que é um pequeno-almoço típico em Portugal.

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Guacamole

Guacamole

Cortar o abacate ao meio – remover o caroço – remover a casca – esmagar = guacamole. É quase tão simples como isto.

O abacate é uma fruta estranha. Enquanto a maior parte das frutas são maioritariamente constituídas por hidratos de carbono, os abacates são extremamente ricos em gordura. Para além de afectar a textura da fruta, isto é algo que se manifesta especialmente no sabor.

Hoje sou um grande fã desta magnífica fruta. Gosto de barrar no pão e comer com pimenta preta e orégãos, de cortar aos cubos e meter por cima de uma taça de feijão com arroz, de fazer sandes de abacate e hummus, ou, acima de tudo, de fazer guacamole para os meus burritos.

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Grão-de-bico Crocante

Senhoras e senhores, apresento-vos a leguminosa. As leguminosas são plantas ou frutas/sementes da família fabaceae. Alguns membros bem conhecidos desta família são os feijões, ervilhas, grão-de-bico, lentilhas, feijões de soja e amendoins (sim, são leguminosas, não são frutos secos/castanhas). A seguir às carnes, aves e pescado, as leguminosas providenciam mais proteína por dose do que qualquer outro alimento. Além disso, são uma óptima fonte de fibra e minerais e, tal como a maioria dos alimentos vegetais, não tem colesterol.

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